Conferências e Colaboração

Qual a melhor opção para reunião: videoconferência, telepresença ou Webcast?

videoconferência
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Written by Wittel

A tecnologia vem unindo pessoas de diferentes localidades ao longo dos anos. Fornecendo novos meios de comunicação para usuários no ambiente privado, assim como no empresarial. Importantes exemplos de ferramentas de colaboração no mundo dos negócios são a videoconferência, a telepresença e o webcast.

Essas tecnologias apresentam semelhanças, bem como características e recursos exclusivos. Neste blog, conheceremos mais a fundo cada uma delas, evidenciando as vantagens de cada uma, assim como suas desvantagens. Confira!

Videoconferência

A videoconferência é caracterizada por uma conexão audiovisual, feita em tempo real, entre duas ou mais pessoas localizadas em espaços distintos para fins de comunicação. Com essa solução, além dos recursos de áudio e vídeo, é possível realizar também o compartilhamento de dados (compartilhamento de tela, anotações, documentos etc.).

Assim, a videoconferência torna-se uma ferramenta indispensável por unir pessoas que normalmente não poderiam se reunir pessoalmente. Ou que teriam bastante dificuldade para fazê-lo. Nas empresas, isso significa uma maior produtividade entre funcionários. Pois eles podem se concentrar em seus trabalhos, sem perder tempo com viagens. Ao mesmo tempo em que favorece a comunicação e a colaboração entre membros de equipes, parceiros e até mesmo clientes.

Outros benefícios incluem menores custos com viagens e redução do tempo gasto em projetos, devido à melhor comunicação entre os membros participantes. Com a videoconferência, as empresas podem criar uma relação mais forte entre funcionários, bem como com clientes, fornecendo uma forma mais prática de se realizar reuniões eficientes.

A ferramenta, no entanto, também apresentam algumas desvantagens. Porque, ainda que a conexão gerada proporcione uma comunicação face a face eficaz, ela nunca será igual a uma reunião onde todos estão fisicamente presentes.

Por isso, é ainda mais importante que o equipamento utilizado para realizar a videoconferência seja de qualidade. Para que a interação não cause inconvenientes. Afinal, nesse caso, é inevitável estar dependente da tecnologia adotada.

Além disso, a videoconferência requer equipamento especializado em todas as extremidades onde será realizada a conexão; sendo também imprescindível contar com a disponibilidade de uma banda larga de internet eficaz para que seja bem-sucedida.

Acesse nosso blog com uma checklist para escolher a melhor solução de videoconferência!

Telepresença

A telepresença apresenta os mesmos objetivos da videoconferência. Exceto que, em comparação com ela, a telepresença faz com que a reunião se aproxime mais da experiência presencial. Em outras palavras, a plataforma faz com que os participantes interajam sob a sensação de que estão de fato tendo uma conversa com pessoas sentadas do outro lado da mesa.

Os requisitos tecnológicos para realizar uma interação por telepresença são voltados para estimular os sentidos humanos, representando postura, linguagem corporal e gestos. Dessa forma, se aproxima ao máximo de uma comunicação que acontece realmente face a face.

Para isso, a plataforma conta com a transmissão de imagens em tamanho real e áudio em alta definição. Por isso, a telepresença é geralmente implementada em salas de reunião equipadas com monitores de plasma de alta resolução e telefones VoIP. Assim, as imagens são claras e os participantes veem e ouvem uns aos outros quase tão precisamente quanto se estivessem na mesma sala.

É preciso ressaltar, porém, que para que isso seja alcançado, todos os locais participantes precisam contar com o mesmo nível de tecnologia. Além disso, assim como a videoconferência, a telepresença é dependente de equipamentos de qualidade, assim como de uma alta banda larga.

Webcast

A telepresença e a videoconferência estão voltadas para reuniões a distância. O webcast, por outro lado, resume-se a uma conferência ou apresentação realizadas online. Nele, o áudio ou o vídeo é distribuído a várias pessoas, de diferentes localidades, de maneira simultânea. Ou seja, diferente dos outros casos, o conteúdo transmitido é voltado para grupos maiores (acomodando milhares de espectadores), com um grau significativamente menor de interatividade.

Os webcasts podem ser acessados ​​por meio de qualquer dispositivo – com entrada controlada – contanto que o usuário tenha acesso à internet. Assim, os participantes assistem a apresentação e enviam perguntas ao palestrante, sendo possível também o envolvimento com outros participantes. Porém, como podemos ver, o foco não é a realização de reuniões propriamente ditas. Por isso, o webcast é bastante utilizado para a transmissão de eventos ao vivo, treinamento de funcionários, apresentações corporativas, apresentações de investidores etc.

No caso dos treinamentos, os webcasts trazem o benefício de oferecer às equipes o mesmo conteúdo, ao mesmo tempo. O que garante consistência e homogeneidade. Outro exemplo é no caso de se apresentar novos serviços ou produtos para todos os clientes. Com isso, o tempo de geração de leads é reduzido e otimizado.

As desvantagens do webcast podem ser consideradas as mesmas da videoconferência. Com o acréscimo de que o engajamento permitido é limitado.

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Comemorando 25 anos de experiência, a Wittel integra as necessidades das empresas com ferramentas de comunicação disponíveis no mercado. Tudo isso por meio de soluções que auxiliam nas interações internas (entre colaboradores) e com seus clientes, tornando o dia a dia mais produtivo. Oferece soluções de conferências e colaboração, contact center, trading floor, além de todas as aplicações voltadas ao processo de qualidade e eficiência no atendimento, tanto no modelo OnPremise como também na nuvem.

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